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sábado, 22 de junho de 2013

DCE Feevale quer assistência estudantil


Nesta quinta-feira (20), o Diretório Central dos Estudantes ( DCE Feevale) em parceria com os Diretórios Acadêmicos, entregou carta de reivindicações para o reitor Ramon Cunha.

Para o presidente do DCE, o acadêmico de jornalismo Tiago Morbach, o crescimento da Universidade Feevale precisa ser aproveitado e revertido em benefícios para os estudantes: "queremos avançar muito em uma política de assistência estudantil e não aceitamos retrocessos, como o fim das isenções no estacionamento", informou. "Além disso, queremos que este novo perfil de estudante, muitas vezes bolsista, tenha plena condição de permanência na universidade", concluiu.

Com o título "Entrar na universidade, permanecer e se formar - por um plano de Assistência Estudantil", a carta de reivindicações apresentou os 10 pontos elencados como prioritários para os estudantes, sendo eles: criação de departamento específico para as questões ligadas à Assistência Estudantil, retorno da isenção no estacionamento para bolsistas e monitores, tarifa única no estacionamento, auxílio ao transporte e moradia, abertura de Restaurante Universitário no campus I, atenção especial a bolsistas do ProUni e beneficiários de financiamento, auxílio em cursos de extensão e idiomas para bolsistas do ProUni que exercem monitoria, integração da linha do trem com a universidade e mais investimentos em pesquisa e extensão, além do imediato respeito à Lei da Meia Entrada pelo Teatro Feevale.

O reitor se demonstrou aberto ao diálogo e avaliará todas as propostas, marcando uma reunião com o grupo para dar o retorno a todas as reivindicações.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

"Pode chover, pode molhar, mas o Brasil eu vou mudar"

O dia de ontem ficará na história do Brasil como mais um grande episódio em que se observou grandes movimentos de massa. Só em Porto Alegre, foram 20 mil pessoas nas ruas, apesar da chuva insistente e do frio implacável. Segundo o jornal Metro, foram registradas manifestações em 80 cidades do país. A mídia tradicional deu um destaque nunca antes visto a estes movimentos, procurando ressaltar seu caráter apartidário. A Rede Globo inclusive deixou de exibir o capítulo da novela das oito para dedicar-se exclusivamente às manifestações, procurando contar a história sob a sua óptica, sempre servil aos interesses do capital. 


O ato de ontem em Porto Alegre foi claramente heterogêneo e sem uma direção central. A ausência dessa direção resultou em duas marchas distintas, que acabaram se encontrando na altura do viaduto entre a Duque de Caxias e a João Pessoa. Neste ponto, sob sinais de aprovação nas janelas, dentre elas as da Casa do estudante da UFRGS, foi possível constatar uma relativa unidade da caminhada com gritos de "vem pra rua vem contra o aumento", dentre outros. O apego a bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul – bem como de seus hinos – também ficou bastante evidenciado.

Militantes com bandeiras de movimentos e partidos foram hostilizados em alguns pontos da jornada, mas predominou o clima de unidade. Estudantes e jovens empunhavam uma enorme faixa da União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) pedindo "10% do PIB para a educação", que foi amplamente apoiada pelos manifestantes. Muito se ofereciam para segurar a faixa, na caminhada que rumou da João Pessoa para a Ipiranga. Mais atrás da faixa, observavam-se bandeiras da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). 

Optando pelo não confronto com a polícia, milhares tomaram a Lima e Silva gritando por mudanças no Brasil  

No entroncamento da Ipiranga com a Lima e Silva, um grande divisor de águas da jornada. Ao saber que 500 metros a frente o pelotão de choque guarnecia a sede do Jornal Zero Hora do Grupo RBS, dezenas de jovens liderados pela União da Juventude Socialista (UJS) decidiram fazer uma parada para avaliar a situação. "Não queremos violência e enfrentamento com a polícia", definiu a conferencia improvisada. O grosso da multidão, contudo, seguiu rumo ao enfrentamento iminente com a polícia, apesar dos gritos apelando para que não fizessem isso. 
Poucos minutos depois o apelo pela não violência começou a ser atendida por uma multidão considerável, que decidiu rumar pela Lima e Silva numa demonstração de manifestação pacífica. Enquanto a polícia defendia a RBS de maneira truculenta na Ipiranga, lançando bombas de gás lacrimogêneo em cima de milhares de manifestantes, mais de três mil pessoas tomaram a Lima e Silva rumo ao Largo Zumbi dos Palmares na capital gaucha, cantando o hino do Brasil e do Rio Grande do Sul, e palavras de ordem do tipo "pode chover, pode molhar, mas o Brasil eu vou mudar!", "um, dois, três, quatro, cinco, mil, não quero a cura gay, quero a cura do Brasil", "olê olê, olê olá, corrupção vai acabar, reforma política para o Brasil mudar", "o povo não esquece, abaixo a RBS", e "povo na rua qual é sua missão? 10% do PIB para educação". 

O coordenador da União Estadual de Estudantes Livres  (UEE-Livre) Álvaro Lotterman avalia que "A festa da juventude na rua, que apesar da chuva queria mudar o país, não vai ser calada pela violência policial, nem instrumentalizada pela direita golpista". O estudante referia-se às lamentáveis cenas de violência policial e os constrangimentos a vários militantes com bandeiras, que se repetiram em várias manifestações pelo país.  

Em São Paulo, o Movimento Passe Livre (MPL), um dos organizadores dos atos, se retirou 
do protesto na quinta (20), depois de perceberem a tentativa de partidos de direita de se apropriarem da mobilização e da agressão contra partidos de esquerda. "O MPL é um movimento social apartidário, mas não antipartidário", diz nota emitida ontem. O Movimento disse repudiar atos de violência contra partidos, informando inclusive que organizações partidárias construíram o movimento desde o começo. "Oportunismo é tentar exclui-la da luta que construímos junto", denuncia a nota. 

"Daqui de Porto Alegre, terra de chuva e de Fórum Social Mundial, demos ontem um recado à mída e a direita: NÃO PASSARÃO", disse Igor Pereira, secretário de juventude trabalhadora da CTB do Rio Grande do Sul, que segurou a faixa dos 10% do PIB para educação ontem todo o tempo com os estudantes. "A juventude demonstrou que pode fazer um ato pacífico e propositivo, pautando a reforma política, recursos para a educação, democratização da mídia, a luta por um estado laico e outras tantas bandeiras importantes. É claro que a mídia está tentando manipular e grupos de direita, com discurso antipartido, estão tentando desviar o foco, mas demonstramos que é possível contrapor esses grupos e propor a unidade do povo para avançar nas mudanças", afirmou. 

Fonte: Barão Gaúcho

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mulheres se manifestam contra o Estatuto do Nascituro


A cidade de Porto Alegre, mais uma vez, foi cenário de protestos contra o Estatuto do Nascituro (PL478/2007), projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional e recentemente aprovado na Comissão de Finanças da Câmara federal. Considerado pela grande maioria das mulheres, uma verdadeira afronta aos direitos civis no Brasil. A caminhada pacífica ocorreu na tarde deste sábado (15), e chamou a atenção da população da capital gaúcha que transitava pelas redondezas.

O estatuto, em suma, prevê a proteção integral de embriões por meio da lei civil e penal do país e conforme os artigos 1, 2 e 25, por exemplo, fica proibido técnicas de reprodução assistida que auxiliam milhares de casais a gerarem novas vidas. Além disso, o PL, também chamado de bolsa estupro, visa entre outras medidas, o pagamento de um salário mínimo como pensão para filhos concebidos do ato de violência sexual.

Os diversos cartazes empunhados com frases “Direito ao nosso corpo”, “Nenhum direito a menos” e “Estado laico, já” entre outros, junto as vozes que repudiam o projeto absurdo , garantem que os manifestos não param por aqui. Dessa forma, as tantas bárbaries explicitadas no estatuto, que além de violar os direitos das mulheres, descumpre preceitos constitucionais e significa um verdadeiro retrocesso às conquistas alcançadas até o momento.

“Somos contra a onda fundamentalista orquestrada por representantes conservadores e conservadoras que defendem esse retrocesso. A bolsa estupro é uma barbárie inaceitável em pleno século 21. O estatuto do nascituro criminaliza as mulheres e protege os estupradores” ressaltou a integrante da União Brasileira de Mulheres (UBM), Silvana Conti.

As centenas de participantes manifestaram preocupação com o avanço de um tema tão polêmico e que contraria a opinião de integrantes e simpatizantes do movimento. Para tanto,  o histórico cultural machista, ainda predominante na sociedade, que desconhece e/ou ignora os direitos das mulheres traz à tona uma pauta recorrente nos movimentos sociais e também alerta os poderes públicos (executivo, legislativo e judiciário)nas futuras decisões, que desafia a todos e todas que trabalham pelo reconhecimento da luta emancipacionista e de igualdade de gênero no país.

De Porto Alegre
Priscila Rodrigues
Foto: Igor Pereira

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Manuela: O avanço do obscurantismo e os Direitos Humanos no Brasil

Foto: Richard Silva
Preocupada com o avanço de uma pauta legislativa que põe em risco direitos humanos, Manuela d'Ávila publicou hoje artigo no Sul21 sobre o tema. A líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, questiona propostas como a chamada "cura gay" e o Estatuto do Nascituro em tramitação na Casa. Veja a íntegra do artigo dela abaixo.

O avanço do obscurantismo e os Direitos Humanos no Brasil


Muitos acreditavam que a escolha do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias era um fato politico isolado e ruim o bastante. Ledo engano. Essa eleição impulsionou, em certo sentido, a organização e o encorajamento dos setores fundamentalistas da bancada evangélica na Câmara dos Deputados. Como resultado mais direto disso, uma pauta legislativa que ameaça direitos humanos e traz retrocessos começa a avançar nas comissões da Casa.
A chamada “Cura Gay” (PDC 234/11) e o Estatuto do Nascituro (PL478/2007) são dois desses projetos de lei em tramitação. O primeiro trata homossexuais como doentes, ignorando as resoluções da Organização Mundial de Saúde (OMS), as normas do Conselho Nacional de Psicologia e até mesmo o bom senso. Por acaso, como bem lembra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), alguém já chegou ao trabalho com um atestado médico para não trabalhar por estar “um pouco gay?” Obviamente, não, pois ser homossexual não se trata de doença e sim de orientação sexual. Como tal, não necessita de remédio, mas de respeito.
O segundo projeto, o Estatuto do Nascituro, aprovado recentemente na Comissão de Finanças da Câmara, afronta direitos das mulheres e o desenvolvimento científico no Brasil. Em síntese, a nova legislação prevê a proteção integral de embriões por meio da lei civil e penal do país. Para tanto, ignora o sofrimento das vítimas de estupro, proíbe exames modernos para identificação de doenças no pré-natal, coloca na ilegalidade métodos de reprodução assistida, como o congelamento de embriões, e o trabalho científico com os mesmos.
No artigo 4º, por exemplo, está escrito: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar ao nascituro, com absoluta prioridade, a expectativa do direito à vida, à saúde, à alimentação, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência”. Mas quem garantirá o direito das vítimas de estupro à saúde, ao respeito e à vida, por exemplo? Num único dia, pelo menos 35 histórias de crimes sexuais contra mulheres se repetem no Brasil. São 13 mil casos em 2011. São mulheres violentadas de todas as formas (Mapa da Violência 2012 – Homicídios de Mulheres no Brasil). Entre 2005 e 2010, registros de estupro aumentaram 168% (Fórum Brasileiro de Segurança Pública). Para os defensores de Direitos Humanos, quando ocorre violência sexual, o principal é priorizar a saúde da mulher em todas as dimensões: física, psicológica e emocional. Se o estatuto for aprovado, óvulos fecundados terão mais direitos do que mulheres vítimas de estupro, que serão obrigadas a continuar a gestação. A proposta criminaliza a interrupção da gravidez e cria a chamada “bolsa-estupro”, estimulando financeiramente mulheres que mantiverem a gestação. Já é comum ver a criminalização da conduta da vítima que muitas vezes não denuncia a agressão por medo e vergonha, e acabará ainda mais estigmatizada.
O projeto é tão maquiavélico que a mulher que tiver a gravidez interrompida acidentalmente será alvo de uma investigação policial. No texto, há previsão de pena de detenção de um a três anos para quem “causar culposamente a morte de nascituro”, ou seja, ao cair de uma escada, por exemplo, e sofrer interrupção da gestação, essa mulher será investigada.
Para quem acredita que o desenvolvimento científico é aliado na busca de saúde e na garantia de vida, o estatuto revela todo obscurantismo dos setores fundamentalistas. Pelos artigos 1, 2 e 25 do projeto original, ficam proibidas explicitamente técnicas de reprodução assistida que auxiliam milhares de casais a gerarem novas vidas. Veda também pesquisas com embriões. No artigo 25, consta a previsão de detenção para quem “congelar, manipular ou utilizar nascituro como material de experimentação”. E vai além, no artigo 11 (parágrafo 2º), ao proibir exames no pré-natal, que ajudam na identificação de doenças genéticas, como a biópsia de vilo corial.
Diante do avanço de ideias tão retrógradas no Legislativo, defensores de Direitos Humanos e da Ciência devem reforçar a luta para que o Brasil aprofunde ainda mais a garantia de igualdade, firmando-se como símbolo de respeito à diversidade, desenvolvimento humano e inovação.



Coordenação Gaúcha da Jornada Nacional de Lutas da Juventude é recebida no Piratini

Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini
A coordenação gaúcha da Jornada Nacional de Lutas da Juventude Brasileira foi recebida pelo governador Tarso Genro nesta quarta-feira (12) no Galpão Crioulo do Palácio do Piratini. O objetivo do encontro foi apresentar as respostas do Governo às reivindicações enviadas pelo grupo. Além disso, foi oficializada a criação do Conselho Estadual da Juventude (Conjuve), publicada no Diário Oficial dessa terça-feira (11).

Foto: Camila Domingues/Palácio Piratini
Segundo o coordenador geral da União Estadual dos Estudantes (UEE Livre), Álvaro Lottermann, este foi um importante passo na construção de políticas públicas para a juventude no Rio Grande do Sul: "ainda precisamos avançar muito, mas a criação do Conselho de Juventude é um importante sinal", afirmou. "Continuaremos mobilizando a juventude gaúcha por assistência estudantil e pela reestruturação da UERGS", concluiu

Para o vereador de Novo Hamburgo, Roger Corrêa (PCdoB) que também estava presente, esta foi uma oportunidade que deve ser saudada: "São poucos os momentos propícios para os movimentos de juventude sentar na mesma mesa que o governador", lembrou. "Espero que o diálogo permaneça e possamos construir grandes avanços".




quarta-feira, 12 de junho de 2013

UJS lança Ana Carolini candidata a Coordenadora da UEE Livre


Em reunião nesta quarta-feira, a direção estadual da União da Juventude Socialista indicou o nome de Ana Carolini como candidata a Coordenadora Geral da União Estadual dos Estudantes (UEE Livre "Dr Juca") pelo movimento Bloco na Rua. O 3º Congresso da UEE acontecerá no dia 29 de junho, em Porto Alegre.

Ana Carolini Andres da Silva, 18 anos, é estudante de Ciências Sociais da UFRGS e iniciou sua militância ainda no Instituto Estadual de Educação, em Sapiranga, onde participou do Grêmio Estudantil e foi vice-presidente da União Estudantil de Sapiranga (UES). Logo se filiou na UJS e foi ajudar a mobilização do movimento estudantil na cidade vizinha, Novo Hamburgo.

Em 2011, Ana Carolini passou a integrar a diretoria da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e ingressou na Escola Técnica Estadual Parobé, em Porto Alegre, cidade em que mora até hoje. Neste ano, coordenou a maior bancada do Brasil ao Congresso da UBES, em São Paulo.

A jovem estudante receberá o desafio de consolidar a entidade dos estudantes gaúchos e democratizar o movimento estudantil no Rio Grande do Sul.

Além disso, terá como tarefa mobilizar a juventude por assistência estudantil, expansão das universidades públicas e pelo resgate da UERGS.

"É uma honra ser indicada para esta função e corresponderei à altura as expectativas", declarou. "Agora o momento é de mobilização para garantir um grande e representativo congresso da UEE", concluiu.

domingo, 9 de junho de 2013

Em São Francisco de Paula, estudantes fazem manifestação contra possível proposta de fechamento da Uergs

Foto: Géssica Müller


Estudantes da Uergs de São Francisco de Paula realizaram, na tarde deste sábado, um abraço coletivo à unidade da instituição na cidade contra uma possível proposta de fechamento. Mais de 100 manifestantes promoveram ainda uma caminhada pela Avenida Julio de Castilhos e invadiram a Festa do Pinhão com cartazes e gritos de "Vive Uergs", "Fica Uergs" e "Cresce Uergs". 

Durante a passeata, o grupo encontrou o apoio do prefeito Juarez Hampel, que ofereceu o microfone da festa para que dois professores da universidade se manifestassem.

— Foi mais positivo do que esperávamos porque podemos explicar para a população o que está acontecendo — disse a estudante de Pedagogia, Luanda Morais Almeida, 22 anos. 

Segundo os manifestantes, a diretoria regional da universidade teria informado que uma proposta de transferência do polo de São Francisco de Paula para Caxias do Sul, nas futuras instalações de Fazenda Souza, teria sido apresentada pelo grupo de trabalho da Uergs, que faz um estudo técnico sobre a instituição.

Na última quarta-feira, o governador Tarso Genro teria garantido que nenhuma unidade da Uergs no Estado seria fechada, de acordo com o diretor técnico da Secretaria de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, Luciano Andreatta Carvalho da Costa.

— O governador disse que a Uergs vai continuar, mas não há nada assinado. Nós queremos espaço para fazer um novo prédio, uma garantia de que a universidade não saia daqui — contesta Luanda.

Em São Francisco de Paula, a unidade da Uergs conta com são 160 alunos. São três cursos de graduação - Pedagogia, Bacharelado e Tecnologia em Gestão Ambiental, e pós-graduação em Educação para a Sustentabilidade. 



Fonte: Pioneiro